Anatomia.
Os artrópodes têm apêndices articulados; o corpo segmentado, envolvido num (3) exoesqueleto de quitina (números da imagem acima). Os apêndices estão especializados para a alimentação, para a percepção sensorial, para defesa e para a locomoção. São estas "patas articuladas" que dão o nome ao filo e que o separam dos filos mais próximos, os Onychophora e os Tardigrada.O
exoesqueleto é uma camada de cutícula quitinosa que reveste
externamente todo o corpo dos artrópodes. Ele apresenta placas
articuladas e contínuas. A presença de fenol na placa a deixa mais
rígida e com a cor mais escura.
Eles são animais metamerizados, isto é, têm corpo segmentado, mas sua metameria não é tão evidente como a dos anelídeos;
isso porque sua metameria heteronôma: os metâmeros (segmentos)
diferenciam-se durante o desenvolvimento, alguns deles fundindo-se para a
formação de tagmas que, como nos insetos, são tipicamente:
Dentre as diferentes classes de artrópodes há casos em que dois ou
mais tagmas se unem formando uma única peça como é o caso de certos
grupos de crustáceos em que os tagmas cabeça e tórax se unem formando o cefalotórax e nos quilópodes e diplópodes em que o tórax se une com o abdômen formando o tronco. No subfilo Chelicerata os tagmas denominam-se prossoma (que corresponde ao cefalotórax) e opistossoma (que corresponde ao abdômen)
O primeiro segmento da cabeça é denominado ácron e normalmente suporta os olhos, que podem ser simples ou compostos. O último segmento do abdômen é terminado pelo télson. Cada segmento contém, pelo menos primitivamente, um par de apêndices.
Para poderem crescer, os artrópodes têm de se desfazer do exosqueleto "apertado" e formar um novo, num processo designado muda ou ecdise(é
uma troca periódica do exoesqueleto, sendo o tempo e a quantidade de
trocas variáveis de acordo com a espécie e as condições ambientais). O
ponto de começo da ecdise é na linha de muda.
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